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Grandes Mistérios > A Origem do Cosmos e do Homem > Origem da vida

Origem da vida

Como surgiu sobre a Terra a primeira manifestação de vida? A teoria evolucionista afirma que todos os organismos viventes parecem ser fruto de uma série de mudanças genéticas, pelo qual, remontando-nos progressivamente para trás no tempo, chegaríamos a poucas, senão uma só entidade vivente original.

Mas, o que é em realidade um organismo vivente? Em um plano estritamente científico a vida pode ser definida como "um processo químico de autoperpetuação", que é iniciada com o nascimento e acaba com a morte. Deste ponto de vista o organismo vivente não seria mais que essa entidade "capaz de desencadear a reação química e de mantê-la".

Naturalmente esta definição científica parece demasiadamente simplista, sobretudo, se é aplicada a organismos superiores, e em particular ao homem, e, de certa forma, com todas suas limitações e pobreza, é válida.

Explicando mais, pode ser dito que os organismos viventes:
  • a) Possuem um mecanismo baseado na química dos ácidos nucleicos, sendo ele o que permite a reprodução de indivíduos semelhantes entre si, porém também o que oferece a possibilidade de sofrer mutações e evoluir;
  • b )estão constituídos por partes que funcionam harmonicamente;
  • c) são capazes de auto-construir, uma vez nascidos, sua própria estrutura funcional somática aproveitando as substâncias químicas e a energia do ambiente circunstante;
  • d )reagem aos estímulos;
  • e) são capazes de auto-regular-se e adaptar-se,dentro de certos limites, às variações ambientais.

Que estejam formados por uma só célula ou, como nós, por bilhões de células perfeitamente articuladas em órgãos especializados, que por sua vez são coordenados e conectados uns com os outros, todos os seres viventes encaixam-se no esquema característico exposto.

A composição dos seres vivos

Analisado, um ser vivente é água, sais minerais e uma série de compostos orgânicos. Estes últimos, por sua vez, constam de quatro tipos de átomos: carbono, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio. Em medida menor, existe também compostos orgânicos que contém átomos de enxofre, fósforo, ferro magnésio, cálcio, etc. No entanto, o conjunto dos compostos dos quatro elementos principais compreendem 99% de toda a matéria vivente, sobretudo tendo em conta que o hidrogênio e o oxigênio são os elementos fatoriais da água.

Analisando todavia mais, encontramos que os compostos orgânicos dos seres vivos podem ser divididos em quatro grupos: gorduras, hidra-tos de carbono, proteínas e ácidos nucleicos. As gorduras são os compostos mais simples, os hidratos de carbono são os açúcares; mais complicadas e organizadas são as proteínas e os ácidos nucleicos, porém sobretudo os últimos.

O mecanismo da transmissão hereditária

E é mais, precisamente neles reside um dos mistérios mais peculiares do fenômeno vital: a capacidade de transmitir os caracteres hereditários de uma geração a outra, pelo qual de um cachorro nasce um cachorro e de um homem nasce um homem.

Como veremos, o mecanismo desta transmissão já não é de todo um segredo, porém se quiséssemos "fabricar" um organismo vivente determinado, o problema da exata dosificação das substâncias necessárias todavia está muito longe de ser resolvido.

Se pensa, por exemplo, que as proteínas, justamente consideradas como os "ladrilhos" do edifício vivente, têm uma estrutura a cargo de 25 aminoácidos diferentes, que se juntam para formar cadeias de centenas de milhares de átomos, segundo proporções distintas, variadamente dispostas e permitindo o mais amplo desdobramento de redobramentos. Sendo assim, o número das possíveis proteínas é infinito e os seres viventes exploram abundantemente esta imensa variedade, pois não existem duas espécies de organismos viventes, animais ou vegetais, que possuam as mesmas proteínas.

Agora então, para entender como nasce um ser vivente, antes que nada é preciso recordar como foram originadas as moléculas químicas tão complicadas. Pense que o engenho mais complexo criado por nossa cultura, os computadores eletrônicos, não são mais que alguns ridículos jogos se são comparados com o mais simples organismo vivo, pois, de fato, em uma só célula, em um minuto primo, são desenvolvidas mais reações que as que possa produzir em um mês a maior indústria química do mundo.

As primeiras estruturas biológicas

Se supõe que a vida teve que ser originada no oceano.

No entanto, ao princípio, a atmosfera não continha todavia o oxigênio tão indispensável atualmente para a vida: estava formada por anidrido carbônico, nitrogênio, vapor de água, amoníaco e gases sulfúreos.

Puderam desenvolver-se, em tais condições, estruturas biológicas não dependentes do oxigênio, como as atuais? Cuidado com negar talhantemente tal possibilidade. Teoricamente, tal eventualidade é possível, e ninguém nos pode assegurar que em qualquer planeta dos bilhões e bilhões existentes não exista precisamente vida em formas biológicas completamente diversas das nossas.

De todos os modos, voltando a essa atmosfera primitiva, um fato já o temos por certo, pois foi conseguido reproduzí-lo em laboratório, como em seguida veremos: as nuvens da atmosfera sem oxigênio eram carregadas de eletricidade, igualmente ao que sucede com as nuvens atuais, e eram produzidas tormentas apocalípticas, com violentíssimas descargas elétricas. Pois bem, supõe-se que estas descargas, em união com as radiações solares e as reações químicas em ato nas quentes águas oceanicas, produziram as primeiras complexas moléculas biogeradoras.

A descoberta de Miller

Como? Não faz muitos anos, em 1952, um estudante norte-americano, Sranley Lloyd Mil-ler, idealizou e realizou uma sugestiva experiência: em um matrás colocou os gases que se supõe constituiam a atmosfera de há 3,5 bilhões de anos e em seguida provocou descargas elétricas. E depois de deixar repousar algum tempo, o estudante Miller teve a agradabilíssima surpresa de comprovar que no fundo de seu instrumento de laboratório haviam sido depositadas grandes quantidades de aminoácidos. Em uma palavra, e com um método muito simples, Miller havia sintetizado substâncias orgânicas, como a glicina e a alanina, do tipo também presente nos tecidos viventes. P.H. Abelson insistiu no caminho de Miller e além de descargas elétricas ensaiou também com raios ultravioletas, como em 1949 haviam projetado dois cientistas alemães, Wilhelm Groth e H. von Weyssenhof, e também obteve aminoácidos. Mais todavia: nos últimos anos da década dos sessenta, em nuvens gasosas do espaço exterior foram descobertas moléculas todavia mais complicadas que representavam as primeiras fases da evolução para a célula vivente; mas em 1970 um bioquímico cingalês, Cyril Ponnamperuma fez uma descoberta mais sensacional: examinando um meteorito que havia caído na Austrália em 28 de setembro de 1969 encontrou nele vestígios de cinco aminoácidos: glicina, ala-nina, ácido glutâmico, valina e prolina, que não eram devidos a contaminação terrestre.

No caminho da vida

Em 1961 o bioquímico espanhol Juan Oró repetiu a experiência de Miller acrescentando ácido cianídrico à mistura básica e obteve, além do consabido, alguns peptídeos e purinas, entre as quais havia a adenina, um componente essencial dos ácidos nucleicos.

Em 1962 Oró empregou também formaldeído como uma das matérias primas e obteve nada menos que ribossoma e desoxirribossoma, da mesma forma, integrantes dos ácidos nucleicos. Por sua parte em 1963 Ponnamperuma obteve um "dinocleótido", isto é, duas cadeias juntas; e em 1963, dois anos antes, havia conseguido sintetizar tritosfato de adenosina, composto essencial para os mecanismos de intercâmbio de energia nos tecidos vivos.

A engenharia biogenética

E não devemos esquecer que em 1959 ao médico e farmacólogo espanhol Severa Ochoa foi outorgado o Prêmio Nobel por suas descobertas acerca do mecanismo de síntese biológica dos ácidos ribonucleicos e desoxirribonucleicos, os famosos DNA e RNA, dos quais chegou o momento de falar, pois se sabe que precisamente Severo Ochoa e sua equipe, depois de ter examinado um vírus em seus componentes, proteína e ácido nucleico, substituiram este com outro artificial e conseguiram um novo organismo vital.

Atualmente a engenharia biogenética está "criando" formas viventes novíssimas e, dito seja de passagem, perigosíssimas algumas quantas delas.

 

Videos

A Origem do Homem
Video que ilustra a Evolução das Espécies até o surgimento do Homem.
8 minutos - Documentário

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Descrição do Video:

A Origem do Homem é um pequeno trecho da série Cosmos, episído 2 - As Origens da Vida. Neste documentário voce podera analisar a evolucao do homem de uma maneira clara e objetiva. Ingles com legendas em portugues.

 

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No nascimento do Cosmos o hidrogênio foi o elemento fundamental, origem dos astros e planetas.

Evolução

Evolução é qualquer processo de crescimento, mudança ou desenvolvimento. A palavra provém do Latim evolutio, significando "desabrochamento", e antes do fim de 1800 foi confinada a referir-se à evolução meta-dirigida, processos pré-programados como desenvolvimento embriológico. Uma tarefa pré-programada, como uma manobra militar, segundo esta definição, pode ser considerada uma "evolução". Pode-se falar também de evolução das estrelas, evolução cultural ou da evolução de uma idéia.

No século XIX a palavra "evolução" era identificada com melhoria. Estava claro para os pensadores Europeus daquele tempo — no despertar do Iluminismo e da Revolução Francesa — que as sociedades humanas haviam evoluído; muitas pessoas têm dito o mesmo sobre a evolução biológica das espécies. No século XX, a maioria dos cientistas sociais vieram a rejeitar a estrita definição de mudança social e cultural como melhoria. A maioria das idéias sobre a evolução das espécies, antes de Darwin, como por exemplo as idéias de Lamarck, interpretavam igualmente as mudanças biológicas como uma melhoria; no entanto a seleção natural — proposta por Darwin na metade do século XIX e que ainda é aceita em muitos círculos científicos para a adaptação biológica — não implica em alguma forma de melhoria "absoluta", rumo a uma perfeição ideal, mas é meramente o resultado do acúmulo de características hereditárias que ao longo do tempo, em dado momento da história das linhagens, foram relativamente vantajosas aos seus portadores em seus respectivos ambientes.

Desde o século XIX, "evolução" é geralmente usada como referência a uma evolução biológica e mudanças nas características da vida. Frequentemente é uma referência à teoria da evolução moderna baseada nas idéias de Charles Darwin da seleção natural.

Charles Darwin

Durante a sua vida, Charles Darwin tornou-se famoso internacionalmente como um influente cientista estudando tópicos controversos.

Durante a sua vida, Charles Darwin tornou-se famoso internacionalmente como um influente cientista estudando tópicos controversos.

Charles Robert Darwin (Shrewsbury, 12 de Fevereiro de 1809 — Downe, Kent, 19 de Abril de 1882) foi um naturalista britânico que alcançou fama ao convencer a comunidade científica da ocorrência da evolução e propor uma teoria para explicar como ela se dá por meio da seleção natural e sexual. Esta teoria se desenvolveu no que é agora considerado o paradigma central para explicação de diversos fenômenos na Biologia.

Darwin começou a se interessar por história natural na universidade enquanto era estudante de Medicina e, depois, Teologia. A sua viagem de cinco anos abordo do Beagle e escritos posteriores lhe trouxeram reconhecimento como geólogo e fama como escritor. Suas observações da natureza o levaram ao estudo da diversificação das espécies e, em 1838, ao desenvolvimento da teoria da Seleção Natural. Consciente de que outros antes dele tinham sido severamente punidos por sugerir idéias como aquela, ele as confiou apenas a amigos próximos e continuou a sua pesquisa tentando antecipar possíveis objeções. Contudo, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma idéia similar forçou a publicação conjunta da teoria em 1858.

Em seu livro de 1859, "A Origem das Espécies" (do original, em inglês, On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or The Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life), ele introduziu a idéia de evolução a partir de um ancestral comum, por meio de seleção natural. Esta se tornou a explicação científica dominante para a diversidade de espécies na natureza. Ele ingressou na Royal Society e continuou a sua pesquisa, escrevendo uma série de livros sobre plantas e animais incluindo a espécie humana, notavelmente, "A descendência do Homem e Seleção em relação ao Sexo" (The Descent of Man, and Selection in Relation to Sex, 1871) e "A Expressão da Emoção em Homens e Animais" (The Expression of the Emotions in Man and Animals, 1872).

Em reconhecimento à importância do seu trabalho, Darwin foi enterrado na Abadia de Westminster, próximo a Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton.

Fonte: Charles Darwin - Wikipedia

 


 
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