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PNL - O estado de contradição

O estado de contradição engendra conflito, dor, miséria moral, atos absurdos, violências, murmurações, calúnias, etc. O estado de contradição jamais, na vida, pode trazer-nos paz. Um homem sem paz nunca pode resolver seus problemas.

Você necessita resolver os seus inteligentemente e, portanto, é urgente que tenha paz constante. O estado de contradição impede a resolução dos problemas; cada problema implica em milhares de contradições. Farei isto? E aquilo? Como? Quando?, etc. A contradição mental cria conflitos e frustra a resolução dos problemas.

Primeiro necessitamos resolver as causas da contradição para acabarmos com o conflito; só assim vem a paz e com esta a solução dos problemas. É importante descobrir as causas das contradições, é necessário analisá-las detalhadamente. Somente assim é possível acabar com o conflito mental. Não é correto culpar os outros pelas nossas contradições internas; as causas destas contradições estão dentro de nós mesmos.

Existe conflito mental entre o que somos e o que queremos ser, entre o que é um problema e o que nós queremos que seja. Quando temos um problema de qualquer ordem, quer seja moral, econômico, religioso, familiar, conjugal, etc., nossa primeira reação é pensar nele, resistir a ele, negá-lo, aceitá-lo, explicá-lo, etc. É necessário compreender que com a angústia mental, com a contradição, com a preocupação, com o conflito, não se pode resolver nenhum problema. A melhor maneira de reagir diante de um problema é o silêncio da mente. Este silêncio vem, se não pensamos no problema. Este silêncio vem quando compreendemos que com o conflito e as contradições nada se resolve. Este silêncio não é um dom especial de ninguém nem uma capacidade de certo tipo. Ninguém pode cultivar este silêncio, advém naturalmente, quando compreendemos que nenhum problema se resolve resistindo a ele, aceitando-o, negando-o, afirmando-o ou explicando-o, etc.

Do silêncio mental nasce a ação inteligente, a ação intuitiva e sábia que resolverá o problema por mais difícil que seja; esta ação inteligente não é o resultado de reação alguma. Quando percebemos o fato, o problema, quando nos damos conta do fato sem afirmá-lo, sem negá-lo nem explicá-lo, quando nem aceitamos o fato nem o rechaçamos, vem, então, o silêncio da mente. No silêncio floresce a intuição. Do silêncio brota a ação inteligente que resolve totalmente o problema.

Somente na quietude e no silêncio mental há liberdade e sabedoria.

O conflito mental é destrutivo, ruinoso e é o resultado dos desejos opostos: queremos e não queremos, desejamos isto e aquilo. Estamos em constante contradição e isto de fato é um conflito. A contradição constante que existe dentro de nós se deve à luta de desejos opostos.

Há constante negação de um desejo por outro desejo; um empenho se sobrepõe a outro empenho. Não existe um desejo permanente no ser humano. Todo desejo é passageiro: quer um emprego e, depois que o tem, deseja outro emprego. O empregado quer ser gerente e o cura, ser bispo. Ninguém está satisfeito com o que tem. Todo o mundo está cheio de desejos insatisfeitos e quer satisfação.

A vida é uma sucessão absurda de desejos fugazes e vãos. Quando compreendemos profundamente que todos os desejos da vida são fugazes e vãos, quando entendemos que o corpo físico é engendrado no pecado e que seu destino é a putrefação no sepulcro, nasce, então, dessa profunda compreensão a paz verdadeira da mente e desaparecem a contradição e o conflito.

Só a mente que está em paz pode solucionar problemas. A paz está no silêncio da mente.

A contradição surge da teimosia: quando a mente se aferra a um só desejo, quando quer que a todo custo se realize o desejo; assim é lógico que tem que haver conflito. Se observamos cuidadosamente duas pessoas que estão discutindo um problema, poderemos confirmar que cada pessoa se apega a seu desejo, cada pessoa quer ver satisfeito seu desejo e isto, como é natural, cria conflito mental. Quando resolutamente vemos a futilidade dos desejos, quando compreendemos que o desejo é a causa de nossos conflitos e amarguras, advém, então, a paz verdadeira.

Prática

Sentado em uma poltrona cômoda, ou deitado em sua cama, feche seus olhos. Depois, concentre-se em seu interior, estudando você mesmo, investigando seus desejos, suas contradições.

É necessário que compreenda quais são seus desejos contraditórios para que, assim, conheça as causas de seus conflitos internos. Com o conhecimento das causas do conflito mental, advém a paz da mente. Pratique diariamente este simples exercício. É indispensável que você conheça a si mesmo.

Os texto acima é uma coletânea de Livros, Conferências ou Palestras do V.M.Samael Aun Weor.

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