Acorde Matrix é um texto que foi desenvolvido
por Antropólogos e pesquisadores da área
de ocultismo e sociologia, um texto que vai além
da mera pesquisa científica, Acorde Matrix
revela toda a essência do Caminho Espiritual,
da busca interna de cada um. Toda a simbologia
esotérica do filme é revelada neste
texto, bem como a relação do filme
com o Gnosticismo e o Budismo montando um paralelo
entre estas duas doutrinas milenares.
Conteúdo da Apresentação
em Flash.
1 - Introdução
(Acorde !)
2 - Encontrando Morfeu
3 - Escolhendo entre a Pilula Vermelha e a Pilula
Azul
4 - Caso faça a escolha correta, entrará
no mundo simbólico de THE MATRIX
5 - Elementos Cristão em The Matrix
6 - O Gnosticismo em The Matrix
7 - O Buddhismo em The Matrix
- A solução do Conhecimento ou Iluminação
- A Questão do Nirvana
8 - Observações Finais
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Esotérico de Magia Elemental você
receberá esta apresentação
completa em uma animação feita em
Flash onde levamos interatividade e conhecimento
de uma forma intuitiva e original.
Disponibilizamos uma pequena versão demonstrativa
da Apresentação Acorde Matrix que
pode ser visualizada no link abaixo. ( Espere
alguns instantes para caregar a apresentação
em Flash )
Ver Apresentação Acorde Matrix,
clique
aqui ! ( Ligue o Som ! )
Abaixo transcrevemos o diálogo na íntegra.
Veja também a apresentação
Acorde Matrix, um texto completo sobre toda a
simbologia do filme, bem como sua relação
com a Gnose o Budismo e o Cristianismo.
Diálogo entre Neo
e o Arquiteto.
Arquiteto
— Olá, Neo.
Neo
— Quem é você?
Arquiteto
— Eu sou o Arquiteto. Eu criei a Matrix.
Estive esperando por você. Você tem
muitas questões, e, embora o processo tenha
alterado sua consciência, você permanece
irrevogavelmente humano. Portanto, algumas das
minhas respostas você vai entender, e outras
você não vai. Apropriadamente, enquanto
sua primeira questão pode ser a mais pertinente,
você pode ou não perceber que ela
é também irrelevante.
Neo
— Por que eu estou aqui?
Arquiteto
— Sua vida é a soma do remanescente
de uma equação inerente desequilibrada
na programação da Matrix. Você
é a eventualidade de uma anomalia, o que,
a despeito dos meus mais sinceros esforços,
eu fui incapaz de eliminar do que, de outra maneira,
seria uma harmonia de precisão matemática.
Ainda que permaneça um fardo evitá-la
com firmeza, não é inesperada e,
portanto, não além de alguma forma
de controle. O que o trouxe, inexoravelmente,
aqui.
Neo
— Você não respondeu minha
questão.
Arquiteto
— Verdade. Interessante. Você foi
mais rápido do que os outros.
(Nos monitores, os outros Neos reagem: ''Outros?
Que outros? Quantos? Me responda!'')
Arquiteto
— A matrix é mais velha do que você
sabe. Eu prefiro contar a partir do surgimento
de uma anomalia até o surgimento da próxima,
e, neste caso, esta é a sexta versão.
(Nos monitores, os outros Neos reagem: ''Cinco
versões? Três? Mentiram para mim.
Isso é besteira!'')
Neo
— Há apenas duas explicações
possíveis: ou ninguém me contou,
ou ninguém sabe.
Arquiteto
— Precisamente. Conforme você está
indubitavelmente concluindo, a anomalia é
sistêmica, criando flutuações
até nas mais simples das equações.
(Nos monitores, os outros Neos reagem: ''Você
não pode me controlar! Vá se f****!
Eu vou te matar! Você não pode me
forçar a fazer nada!'')
Neo
— Escolha. O problema é a escolha.
Arquiteto
— A primeira Matrix que eu desenhei era
naturalmente perfeita, era uma obra-de-arte, imaculada,
sublime. Um triunfo igualado apenas pelo seu monumental
fracasso. A inevitabilidade de seu destino é
tão aparente para mim hoje quanto à
conseqüência da imperfeição
inerente em todo ser humano, então eu a
redesenhei baseada na sua história para
mais precisamente refletir as variantes grotescas
de sua natureza. Entretanto, eu fui novamente
frustrado pelo fracasso. Desde então eu
cheguei à conclusão de que a solução
me escapava porque era necessário uma mente
inferior, ou talvez uma mente menos balizada pelos
parâmetros da perfeição. Então,
a resposta caiu no colo de outrem, um programa
intuitivo, inicialmente criado para investigar
certos aspectos da psique humana. Se eu sou pai
da Matrix, ela seria indubitavelmente a mãe.
Neo
— O Oráculo.
Arquiteto
— Por favor. Como eu ia dizendo, ela chegou
a uma solução na qual cerca de 99,9%
das cobaias testadas aceitavam o programa, tão
somente se lhes fossem dado uma escolha, mesmo
que eles só estivessem cientes da escolha
em um nível quase inconsciente. Ainda que
esta solução funcionasse, era obviamente
fundamentalmente imperfeita, assim criando a anomalia
sistêmica contraditória de outrora,
que, se não fosse checada, poderia ameaçar
o sistema em si. Portanto, aqueles que recusaram
o programa, ainda que minoria, se não fossem
checados, constituiriam uma crescente probabilidade
de desastre.
Neo
— Isto é sobre Zion.
Arquiteto
— Você está aqui porque Zion
está prestes a ser destruída. Todos
os seus habitantes vivos exterminados, toda sua
existência erradicada.
Neo
— Besteira.
(Nos monitores, os outros Neos reagem: ''Besteira!'')
Arquiteto
— Negação é a mais
previsível de todas as reações
humanas. Mas, tenha certeza, esta vai ser a sexta
vez que iremos destruí-la, e nós
nos tornamos excessivamente eficientes nesta tarefa.
A função do Predestinado é
agora retornar à fonte, permitindo uma
temporária disseminação do
código que você carrega, reinserindo
os programas primários. Depois disto, será
exigido que você selecione da Matrix 23
indivíduos, 16 mulheres e 7 homens, para
reconstruir Zion. Incapacidade de acatar este
processo pode resultar em uma falha cataclísmica
do sistema, matando todos conectados a matrix,
o que, ao lado do extermínio de Zion, vai
em última instância resultar na extinção
da raça humana inteira.
Neo
— Vocês não vão deixar
isso acontecer. Vocês não podem.
Vocês precisam dos seres humanos para sobreviver.
Arquiteto
— Há níveis de sobrevivência
que nós estamos preparados para aceitar.
Entretanto, a questão relevante é
se você está ou não preparado
para aceitar a responsabilidade da morte de cada
humano neste mundo.
(Pessoas do mundo todo aparecem nos monitores)
Arquiteto
— É interessante apreender suas reações.
Seus cinco antecessores eram, por formação,
baseados em uma predicação similar,
uma afirmação contingente que deveria
criar uma profunda afeição para
com o resto da sua espécie, facilitando
o trabalho do Predestinado. Enquanto os outros
experimentaram isto de um modo bastante genérico,
a sua experiência é muito mais específica.
Trata-se do amor.
(Os monitores mostram Trinity lutando contra
agentes)
Neo
— Trinity.
Arquiteto
A propósito, ela entrou na Matrix para
salvar sua vida, ao custo da vida dela.
Neo
— Não!
Arquiteto
— O que nos traz finalmente para o momento
da verdade, no qual o defeito fundamental é
expressado, e a anomalia é revelada tanto
como começo quanto como fim. Há
duas portas. A da sua direita leva-o para a fonte
e a salvação de Zion. A de sua esquerda
leva-o de volta à Matrix, a ela, e ao fim
de sua espécie. Como você adequadamente
colocou, o problema é a escolha. Mas nós
já sabemos o que você vai fazer,
não sabemos? Já consigo notar a
reação em cadeia, os precursores
químicos que sinalizam o surgimento da
emoção, criada especificamente para
sobrepujar a lógica e a razão. Uma
emoção que já está
cegando você para a verdade simples e óbvia:
ela vai morrer e não há nada que
você possa fazer para impedir.
(Neo vai para a porta da esquerda)
Arquiteto
— Humpf. Esperança. É a quintessência
da auto-ilusão humana, simultaneamente
a fonte de sua maior força e de sua maior
fraqueza.
Neo
— Se eu fosse você, eu torceria para
que nós não nos encontrássemos
novamente.
Arquiteto
— Nós não vamos.
Fonte:
Autor: Isabel Martinez
Título: Matrix Reloaded
Data de Publicação:
31/05/2003
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