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PNL - O Domínio da Mente - Parte 2

Quando digo que devemos dominar a mente, entendam que quem deve dominá-la é a essência, a consciência. Despertando a consciência, adquirimos mais poder sobre a mente e por fim nos tornamos conscientes do que há de inconsciente em nós.

Faz-se urgente e improrrogável dominar a mente. Devemos dialogar com ela, recriminá-la, açoitá-la com o látego da vontade e fazê-la obedecer. Esta didática pertence à Segunda Jóia do Dragão Amarelo.

Meu real Ser, Samael Aun Weor, esteve reencarnado na antiga China e chamou-se Chou-Li. Fui iniciado na Ordem do Dragão Amarelo e tenho ordens de entregar as Sete Jóias do Dragão Amarelo a quem despertar a consciência, vivendo a Revolução da Dialética e conseguindo a Revolução Integral.

Antes de tudo, não devemos nos identificar com a mente, se é que queremos tirar o melhor partido da segunda jóia. Se nós continuamos nos sentindo a mente, se dizemos: estou raciocinando, estou pensando, estamos afirmando um despropósito e não estamos de acordo com a doutrina do Dragão Amarelo porque o Ser não precisa pensar e não precisa raciocinar. Quem raciocina é a mente. O Ser é o Ser e a razão de ser do Ser é o próprio Ser. Ele é o que é, o que sempre foi e o que sempre será. O Ser é a vida que palpita em cada átomo e que palpita em cada sol. O que pensa não é o Ser. Quem raciocina não é o Ser. Nós não temos encarnado todo o Ser, mas temos uma parte do Ser encarnada, que é a essência ou Budata, isso que há de alma em nós, o anímico, o material psíquico. É necessário que esta essência vivente se imponha sobre a mente.

Aquilo que analisa em nós são os eus. Os eus nada mais são do que formas da mente, formas mentais que têm de ser desintegradas e reduzidas a poeira cósmica.

Estudemos neste momento algo muito especial. Poderia se dar o caso de que alguém dissolvesse os eus, os eliminasse. Poderia também se dar o caso de que esse alguém, além de dissolver os eus, fabricasse um corpo mental. Obviamente, teria adquirido individualidade intelectual, mas teria que se libertar até mesmo desse corpo mental porque ele, por mais perfeito que fosse, também raciocinaria, também pensaria, e a forma mais elevada de pensar é não pensar. Quando se pensa, não se está na forma mais elevada de pensar.

O Ser não precisa pensar. Ele é o que sempre foi e o que sempre será. Assim, pois, em síntese, temos de submeter a mente, interrogá-la… Não precisamos submeter as mentes alheias porque isso é magia negra. Não precisamos dominar a mente de ninguém porque isso é bruxaria da pior espécie. O que precisamos é submeter a nossa própria mente, dominá-la...

Durante a meditação, repito, surgem duas partes: a que está atenta e a que está desatenta. Precisamos nos tornar conscientes do que há de desatento em nós. Ao nos fazermos conscientes, poderemos evidenciar que o desatento tem muitos fatores. Dúvida… há muitas dúvidas. São muitas as dúvidas que existem na mente humana. De onde vêm essas dúvidas?

Vejamos, por exemplo, o ateísmo, o materialismo, o ceticismo... Se os desmembramos, vemos que existem muitas formas de ceticismo, muitas formas de ateísmo e muitas formas de materialismo. Há pessoas que se declaram materialistas e ateus e, no entanto, temem, por exemplo, as feitiçarias e as bruxarias. Respeitam a natureza, sabem ver Deus na natureza, porém ao seu modo. Quando se lhes fala de assuntos espirituais ou religiosos, declaram-se ateus e materialistas. Seu ateísmo não passa de uma forma incipiente.

Há outro tipo de materialismo e ateísmo: o do sujeito marxista-leninista. Ele é incrédulo e cético. No fundo, esse ateu materialista busca algo: ele quer simplesmente desaparecer, não existir, aniquilar-se integralmente, não quer nada com a divina Mônada; a odeia. Obviamente, ao agir assim, se desintegrará como ele quer. Esta é a sua vontade. Deixará de existir, descerá pelos mundos infernais até o centro de gravidade deste planeta. Esta é a sua vontade: auto-destruir-se. Perecerá, mas, no fundo, continuará. Sim, a essência se libertará e voltará para novas evoluções. Passará por outras involuções, tornará uma e outra vez aos diferentes ciclos de manifestação, sempre caindo no mesmo ceticismo e materialismo. Ao longo do tempo tira o resultado. Qual? No dia em que todas as portas se fecham definitivamente, quando os 3000 ciclos se esgotarem, essa essência será absorvida pela Mônada que por sua vez entrará no Seio Espiritual Universal da Vida, porém sem o mestrado.

O que é que quer realmente essa essência? O que é que procura com seu ateísmo? Qual é o seu desejo? Seu desejo é rechaçar o mestrado. No fundo é isto que ela quer e o consegue. Não se valoriza e, por fim, termina como uma chispa divina, porém sem o mestrado.

São várias as formas de ceticismo. Há gente que se diz católica apostólica romana e, no entanto, em suas exposições são cruamente materialistas e ateístas. Contudo, vão à missa nos domingos, se confessam e comungam... Esta é outra forma de ceticismo!

Se analisarmos todas as formas havidas e por haver de ceticismo e materialismo, descobrimos que não há só um tipo de materialismo ou de ceticismo. A realidade é que são milhares as formas de ceticismo e materialismo. Milhões, porque simplesmente são seres mentais, preocupados com coisas da mente, isto é, o ceticismo e o materialismo são da mente e não do Ser.

Quando alguém passa para além da mente, torna-se consciente da verdade que não é do tempo. Obviamente, já não pode ser materialista nem ateísta.

Aquele que alguma vez escutou o Verbo, está além do tempo e além da mente.

O ateísmo é da mente e pertence à mente, a qual é como um leque. As formas de materialismo e de ateísmo são tantas que se assemelham a um grande leque. Tudo que existe de real está além da mente. O ateu e o materialista são ignorantes. Jamais escutaram o Verbo, nunca conheceram a Palavra Divina e jamais entraram na corrente do som.

O ateísmo e o materialismo são gerados na mente. Ambos são formas da mente, formas ilusórias que não têm realidade alguma. O que verdadeiramente é real não pertence à mente. O que certamente é real está além da mente.

É importante tornar-se independente da mente para conhecer o real; não para conhecê-lo intelectualmente e sim para experimentá-lo real e verdadeiramente.

Ao se pôr atenção no que há de desatento, poderemos ver diferentes formas de ceticismo, de incredulidade, de dúvida, etc. Descobrindo-se qualquer dúvida, de qualquer tipo, temos de desmembrá-la, de dissecá-la, para saber o que ela quer de verdade. Uma vez que a tenhamos desmembrado totalmente, ela desaparece não deixando na mente rastro algum, não deixando na memória nem o mais insignificante vestígio.

Quando observamos o que há de desatento em nós, vemos também a luta das antíteses na mente. Então, temos de desmembrar essas antíteses para ver o que têm de verdade. Também deverá ser feita a dissecação das recordações, desejos, emoções e preocupações. Que origem têm, pois não se sabe de onde vêm nem por que vêm?

Quando judiciosamente vemos que há necessidade de se chamar a atenção da mente e chegamos ao ponto crítico em que já nos cansamos dela, porque não quer obedecer de forma alguma, não resta outro remédio do que recriminá-la, falar-lhe duramente, enfrentá-la frente a frente, cara a cara, como a um tipo estranho e inoportuno. Temos que açoitá-la com o látego da vontade e recriminá-la com palavras duras até que obedeça. Há que se dialogar muitas vezes com a mente para que entenda. Se não entende, pois temos de chamá-la à ordem severamente.

É indispensável não se identificar com a mente. Há que se açoitar a mente, subjugá-la. Se ela prossegue violenta, pois temos de voltar a açoitá-la. Assim, saímos da mente e chegamos à Verdade, Aquilo que certamente não é do tempo.

Quando conseguimos, atingimos isso que não é do tempo e experimentamos um elemento que transforma radicalmente. Existe um certo elemento transformador que não é do tempo e que somente se pode experimentá-lo quando saímos da mente. Temos de lutar intensamente até conseguir sair da mente para se conquistar a Auto-Realização Íntima do Ser.

Uma e outra vez precisamos nos tornar independentes da mente e entrar na corrente do som, o mundo da música, o mundo onde ressoa a palavra dos Elohim, onde a Verdade certamente reina. Enquanto estivermos engarrafados na mente, o que poderemos saber da verdade? O que os outros dizem, mas o que sabemos nós? O importante não é o que os outros dizem e sim o que nós experimentamos por nós mesmos. Nosso problema é como sairmos da mente. Para isso, precisamos de uma ciência, de uma sabedoria que nos emancipe, e esta se acha na Gnosis.

Continua: PNL - O Dominio da Mente - Parte 3 >

Os texto acima é uma coletânea de Livros, Conferências ou Palestras do V.M.Samael Aun Weor.

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