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Grandes Mistérios > Atlântida e Lemúria, o Elo Perdido

De Semideuses a simples mortais

semideuses atlantesPese a seu enorme poder e a todas as riquezas que os rodeavam, os atlântidas depreciavam tudo aquilo que não fosse virtude. Rendiam culto à moral e prevalecia sempre a verdade acima de qualquer coisa. Não se sentiam apegados aos bens materiais e desconheciam o que era ambição. Seu tratamento era afável, próprio de sábios e apenas conheciam o significado do luxo e da ostentação. Estamos no momento ao que a Bíblia se refere como a idade em que os deuses transitavam pelas terras. Mas desgraçadamente esse caráter divino iria desvanecer-se por causa da familiaridade com os humanos. As numerosas uniões com elementos mortais corrompiam sua forma de ser, e pouco a pouco surge a avareza, o desejo de conquistar novos domínios, de subjugar a outros povos as quais acreditavam inferiores. Se enredam em uma cruel guerra com a Grécia à qual vencem irremissivelmente. Então Zeus, vendo que uma raça memorável havia caído em um triste estado e que se levantavam em armas contra toda a Europa e a Ásia, os fez desaparecer da face da Terra.

Tragada pelas águas

Se produziram enormes terremotos e choveu torrencialmente durante um dia e uma noite. Todos os habitantes foram afogados e a ilha submergiu no mar. No entanto, Platão não nos dá muitos detalhes sobre este desastre que levou a Atlântida para sempre. Seu relato é interrompido quando Zeus reune aos deuses para informar-lhes do corretivo que pensa aplicar. A história deveria continuar em um terceiro diálogo, que infelizmente não se sabe se foi escrito, porque não se tem notícias de sua existência.

Realidade ou ficção científica

Não existe indícios de que a história escrita por Platão se trata somente de pura fantasia. Pelo contrário, adverte repetidamente que tudo o que conta ocorreu de verdade, inclusive avisando que os fatos podem parecer irreais por sua magnitude. Somente mudam os nomes originais para aproximar mais o relato à vida cotidiana da Grécia. Em suas obras sempre fica evidente que se trata de histórias reais ou utópicas, e, portanto, temos que entender que Platão acreditava na existência da Atlântida e na veracidade dos acontecimentos que nos narra. Hoje os estudiosos do grande filósofo, especialmente os que o tratam sob o prisma da escolástica, silenciam de forma sistemática o conteúdo destes Diálogos, mas em uma época, especialmente durante o renascimento, as teorias atlântidas platonianas gozaram de um auge e credibilidade inusitados. Basta dizer que Rafael, na hora de pintar Platão na "A Escola de Atenas", escolhe precisamente o Timeu como o livro que o filósofo sustenta em suas mãos, e não faltou quem disse que com ele se pretende indicar que no mesmo está encerrada a mais profunda sabedoria.

A odisséia da Atlântida

Não é este o único relato que existe de um país perdido no meio do oceano Atlântico, que, por certo, deve seu nome a este continente desaparecido. Está claro, pelas instruções que Ulisses recebe da rainha Calypso, que lhe diz que para voltar a sua pátria e manter a ursa polar à sua esquerda, que em seu longo périplo (diário de navegação) havia abandonado o Mediterrâneo adentrando-se em mar aberto. Ali lhe apareceu Poseidon, inimigo acérrimo do herói homérico, e tem que refugiar-se em uma ilha que chama Esqueria. Estava cheia de escarpados alcantilados, com uma enorme entrada para que os navios chegassem a um porto interno no qual cabia folgadamente a frota grega. O canal estava coberto, de forma que a navegação era subterrânea. A ilha gozava de um clima tropical, de noites quentes, que propiciava duas colheitas ao ano e uma vegetação exuberante. Havia riquezas nunca vistas por todas as partes, especialmente no palácio real, que estava totalmente coberto de metais preciosos. É francamente surpreendente a semelhança dos relatos, que não se reflete unicamente na descrição da ilha, como também em sua história. Segundo Homero, seu fundador havia sido Poseidon ao unir-se a uma semimortal de grande beleza chamada Peribea, cuja descendência povoou a ilha até o momento em que chega Ulisses, em que governava Alcinoo, rei dos feacios, que tinha um nutrido exército praticamente invencível. As ciências estavam extraordinariamente desenvolvidas, especialmente quanto se refere à navegação. Cabe supor o assombro de Ulisses, costumado marinheiro que demorou dez anos para encontrar seu porto, ao saber que os insulanos contavam com navios sem timão, governados por pilotos automáticos, que sabiam perfeitamente aonde dirigir-se e que possuiam um inquietante conhecimento sobre o pensamento e querer dos homens.

A Atlântida na Bíblia

Rebuscando entre os velhos livros sempre um se acaba topando com a Bíblia. E também ali se encontram alguns vestígios de um continente engolido pelas águas. Ezequiel dedica várias passagens de seu livro a um arquipélago ao qual denomina as Ilhas Tarsis. Nos refere suas riquezas, o luxo, os metais e prazeres que levam a uma completa decadência e por último o aviso de Deus, que seria cumprido em vista da escassa efetividade que teve: "farei subir por ti o abismo e muitas águas te cobrirão" (Ez. XXVI-19).

Outros indícios

Os índios americanos, especialmente os maias e aztecas, diziam ter vindo de uma ilha situada no meio do oceano mais além do Golfo do México à qual chamavam Aztlan, na qual reinava um soberano conhecido como Atlanteoltl. Coincidência? Pode ser, mas na Grécia "atlas" é um adjetivo que significa "incansável", e que foi aplicado a um filho de Zeus porque em castigo por transformar os Titãs em montanhas, os deuses do Olimpo o condenaram a sustentar o céu sobre suas costas, e que como tal vocábulo não tem nenhuma conotação marinha, como ocorre com este radical nos idiomas pré-colombianos. Resulta curioso, além disso, que Orellana nos relata que no transcurso de sua conquista em terras venezuelanas, os índios lhe mostrassem alguns mapas que nos descrevem exatamente igual que Platão o fizera, a ilha Atlântida.

Outros relatos nos trazem memórias de paraísos nos quais praticamente não se conhecia a propriedade individual, nem o dinheiro; onde a terra era de todos e não existia a mentira, nem as enfermidades, e reinava a mais absoluta paz. Com estas ou parecidas palavras evocavam um passado remoto, que não voltaria jamais.

Uma crença compartilhada

E todos coincidem mais ou menos em sua localização, mais além do Mediterrâneo, no meio de um grande oceano desconhecido. E também se assemelham quanto à catástrofe que os sepultou para sempre debaixo das águas. Os vascos tem uma lenda de um povo submerso em meio de um enorme cataclismo no qual se desenvolve uma singular batalha entre o fogo e a água. Gilgamés se lamenta do destino de alguns homens para os quais teria sido melhor morrer por causa da fome, que em conseqüência de um dilúvio. De forma parecida se refere o Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos) às pessoas de Ad, uma raça muito avançada, que havia construído a cidade das colunas e que foi aniquilada por Alá por causa de sua maldade.

Talvez estamos nos referindo, com outros nomes e sem sabê-lo, aos povos perdidos de variadas culturas. Por exemplo, Avalão, a ilha das maçãs, também chamada Afortunada, paraíso dos galeses, famosa pela longevidade de seus habitantes; Walhala, o paraíso dos guerreiros germanos onde somente repousavam os valentes. O caso é que em quase todas as civilizações, incluída a tibetana, egípcia, hindú, mesopotâmica, maia, pré-inca e chinesa sempre aparece um povo desaparecido sob as águas do mar, cujos habitantes se espalharam por todo o mundo, derramando ali onde passavam a semente de uma cultura superior extraordinariamente desenvolvida.

Há 12.000 anos

Platão morreu em 348 antes da era cristã, o que somado aos 9.560 anos, segundo nos diz, até que ocorreu o desastre que submergiu a Atlântida, nos situa na barreira dos 12.000 anos, época em que se tem absoluta constância de que algo ocorreu que varreu por completo a face da terra.

Existe uma quantidade enorme de dados que, processados com radiocarbono 14, confirmam uma repentina mudança em sua estrutura além dessas datas. O bosque petrificado de Wisconsin (EE.UU), os fiordes argentinos em cujo fundo foram detectadas gargantas que somente puderam ser formadas pelo curso das águas fluviais de superfície, os mamutes congelados que foram encontrados na Sibéria e que serviram de almoço aos cachorros e cientistas, que encontraram ervas sem digerir em seus estômagos, o que é prova da súbita morte dos animais por causa de um repentino esfriamento. Tudo evidencia uma catástrofe que se desenvolveu ao mesmo tempo em todo o planeta.

Há alguns anos, enquanto se reparava um cabo submarino, apareceu próximo das Açores uma estranha pedra que resultou estar formada de traquilita, isto é, lava vítrea. Mas para que isto acontecesse era preciso que a erupção tivesse tido lugar na superfície, posto que a vitrificação da lava não se produz em contato com a água. Os cientistas não puderam negar que há menos de 15.000 anos o solo marinho do atlântico estava elevado sobre as águas e que após múltiplas erupções vulcânicas, foi afundado.

Uma glaciação em 24 horas

Muito foi discutido sobre as causas deste desastre. Existe quem pensa que a terra deu a volta sobre si mesma, que houve uma variação em sua órbita, e inclusive que se produziu um corrimento da camada terrestre, que deslizou sobre o núcleo, no qual descansa como se tivesse almofadas.

No entanto, parece que a teoria que conta com mais adeptos é a de um súbito aquecimento nas calotas polares, que provocou o derretimento do gelo, produzindo uma elevação do nível das águas da ordem de uns 100 metros, e formando uma onda de proporções descomunais que varreu por completo tudo quanto encontrou em sua passagem. O departamento de geologia da Universidade de Miami aponta sem dúvidas a esta tese, apoiando-se em suas investigações levadas a cabo no Golfo do México. Foi isto o que levou a Atlântida? Isso acreditam aqueles que opinam que a glaciação européia termina precisamente quando a corrente quente do golfo chega até suas costas, coisa que antes não ocorria, segundo eles porque havia um obstáculo no meio do oceano que o impedia e que eles identificam como um continente perdido.

Mas existiu realmente?

Grandes tem sido as mudanças ocorridas no oceano Atlântico. As ilhas e arquipélagos que hoje estão disseminados, poderiam muito bem formar no passado um agrupamento muito mais próximo. Inclusive a Groelândia e Islândia, tão longe às Canárias, por exemplo, pode ser que não o estivessem tanto há alguns miIhares de anos. Groenlândia significa "terra verde", o que é um paradoxo em nossos dias ao estar completamente coberta de neve e gelo praticamente todo o ano. Mas antes não era assim. A arqueologia descobriu restos de culturas tropicais, arados e outros utensílios que indicam o uso contínuo da agricultura, e portanto, a existência de um clima muito mais benigno. Além disso, temos os geisers e mananciais de água quente, que muito bem poderiam ser os mesmos de que nos fala Platão.

Migrações frustradas ao centro do Atlântico

Mas ainda existe mais: cada ano pode contemplar-se um nutrido grupo de aves que se dirigem em formação ao centro do oceano e que revoam desesperadamente por cima das águas, como querendo pousar sobre elas. Seu instinto as levou ali, prometendo-lhes uma feliz existência ao chegar à meta, mas quando terminam sua viagem não encontram nada mais que água salgada. Seu instinto não lhes engana, o que acontece é que desapareceu a terra que esperavam encontrar.

O mesmo acontece com outros animais e não vamos falar precisamente das enguias, e crias da enguia cujo comportamento continua sendo uma incógnita, mas dos lemines, um pequeno grupo de roedores escandinavos que periodicamente, cada três anos e meio, abandonam as terras em que vive, para ir em manada mormorrer no centro do Atlântico.

Além disso é indubitável que teve de existir um caminho para que a grande quantidade de plantas iguais que existem nos continentes que delimitam o Atlântico, pudessem cruzá-lo. Da mesma forma que o cruzaram os artistas que esculpiram elefantes em território maia e azteca, quando na América nunca existiram estes animais. Mas para certificar a veracidade do relato de Platão, falta ainda que a ciência mergulhe e nos dê a prova definitiva da existência do que chamamos Atlântida. Enquanto isso, muita gente ficará com a vontade de ter o meio para fechar a boca definitivamente aos céticos que necessitam ver para crer.


 

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Antropogênese segundo a Doutrina Secreta

A antropogênese descreve a origem e evolução da humanidade. Nela são descritas as diversas raças humanas (chamadas Raças-raiz) que já evoluíram neste planeta na atual Ronda.

Para Blavatsky, um mesmo elenco de almas evoluem no teatro da existência desde o início do Manvantara, até o seu final, quando então estas almas atingirão a perfeição espiritual. Assim, a Teosofia adota o conceito de transmigração das almas.

O livro afirma que evoluem em nosso Globo sete grupos humanos em sete regiões diferentes do Globo. Assim, Blavatsky defende uma origem poligenética do Homem.

A tese revolucionária de Blavatsky é, em uma época que não se supunha o Homem mais antigo que 100 mil anos, afirmar que o Homem físico tem mais de 18 milhões de anos de existência.

A antropogênese, descrita em "A Doutrina Secreta", opõe-se à evolução darwinista que era largamente aceita na época. Blavatsky não nega o mecanismo da evolução, mas não aceita que uma "força cega e sem objetivo" possa ter resultado no aparecimento do Homem. Para ela, a criação do Homem deu-se por meio de esforços conscientes de seres divinos, que ela chama de Dhyan-Chohans, que são a origem da Mônada que habita todo ser humano.

Blavatsky não nega que a evolução dos animais e do Homem estão relacionadas. No entanto, ela alega que os homens não são descendentes dos primatas, como afirma a teoria da evolução. Ao contrário, para Blavatsky, os primatas são descendentes de antigas raças humanas que se degeneraram.

Segundo o livro, a criação e evolução do Homem ocorre de forma semelhante à cosmogênese. Então, cada evento que ocorreu na cosmogênese tem seu equivalente na antropogênese. Assim, por exemplo, também o Homem é hermafrodita em seus primeiros estágios (como o Brahmâ Masculino-Feminino da cosmogênese), até que se divide em Macho e Fêmea no final da terceira Raça-raiz e início da quarta raça, que Blavatsky chamou de Atlante. Segundo a autora, este fato está relatado de forma alegórica no livro do Gênesis, quando ele relata o momento em que Deus retira a mulher da costela de Adão.

Como no caso da cadeia planetária, em que o ciclo de existência e evolução desce desde o primeiro Globo, mais etéreo, até o quarto Globo, o mais denso, para então retornar até o sétimo, novamente etéreo, também a evolução humana se processa em um ciclo que inicia com a primeira raça que era etérea, até a Atlante (a quarta raça), a primeira raça a possuir corpo físico, e então retornando até a sétima raça que será novamente etérea.

A criação do Homem é apresentada como uma "queda na matéria". Blavatsky inspira-se nos mitos de "rebelião nos céus" do Catolicismo e na mitologia grega, com Prometeu, que rouba o fogo de Vulcano para dar vida aos homens (que haviam sido criados por seu irmão Epimeteu, que não fora capaz de lhes dar a consciência) e é condenado por Zeus a ficar acorrentado no Cáucaso. Para Blavatsky, estes mitos são ecos de antigas tradições sobre a queda dos seres divinos na humanidade primitiva, para dar aos homens a alma imortal, a consciência divina.

Para Blavatsky, a criação do Homem é dual. Primeiro foram feitos seus princípios inferiores (pelos Elohim inferiores), depois lhe foi infundido o "sopro de vida", sua Alma Imortal, sua consciência.

Seres divinos mais avançados, chamados, no livro, de Kumaras, foram incumbidos com a tarefa de criar o Homem: no entanto, eles se negaram a fazê-lo pois, sendo demasiadamente espirituais, eram incapazes de criar o Homem físico. Assim, hierarquias de seres menos avançados (os Pitris lunares) criaram o Homem, emanando-o a partir de seu próprio corpo astral (que serviu como molde). Eram, contudo, incapazes de lhe dar sua Alma Imortal, a consciência. Então, os Kumaras, associando-se a estes seres humanos primitivos, forneceram o sopro divino (como no Gênesis, quando Deus coloca o sopro de vida no Adão "feito de barro"), a Alma Imortal do Homem. Acabaram condenados a ficar presos na matéria, como o Prometeu acorrentado no Cáucaso.

Ecos destes eventos aparecem de forma alegórica, segundo Blavatsky, no mito Católico da "rebelião nos céus" e na "expulsão dos anjos maus". Estes "anjos maus" ou "rebeldes" são aqueles que se recusaram a criar e foram "expulsos dos céus" e "lançados no abismo" (a matéria). Então, no dizer de Blavatsky, os deuses tornaram-se não-deuses, os suras tornaram-se asuras.

 


 
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